A pesquisa realizada com torcedores já começou a fazer efeito na F1. Nesta quinta-feira (2), o Grupo de Estratégia divulgou algumas novidades para o futuro da categoria que ficaram decididas em reunião feita nesta quarta-feira.
Um ponto que foi sensivelmente discutido foi o da ajuda eletrônica que recebem os pilotos. Após ouvir os fãs, o Grupo de Estratégia pôs o assunto à mesa e verificou que é imprescindível aumentar a capacidade dos pilotos em detrimento dos recursos que tem à disposição. Com apoio unânime, estas ajudas serão limitadas ou banidas e já terão efeito a partir do GP da Bélgica deste ano. O foco será principalmente nas largadas, isto é, os pilotos vão ter de usar apenas embreagem, freio e acelerador ao começar as corridas.
Reconhecendo que está havendo exagero nas punições por trocas de motores, especialmente após o GP da Áustria, a categoria vai votar uma série de novidades no México, em reunião do Conselho Mundial para ratificação das medidas. A partir de agora, novas montadoras terão direito a um motor a mais durante a primeira temporada, com a Honda se incluindo nesse benefício já este ano. Em Spielberg, a McLaren teve seus dois pilotos punidos com 25 lugares no grid cada um.
Ainda no comunicado, a categoria garante que os bólidos serão mais agressivos na temporada 2017. Entre as mudanças citadas pelo grupo, carros e rodas ficarão mais largos, as asas serão modificadas e também haverá aumento de downforce, além de outras mudanças aerodinâmicas.
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