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Advogado diz que lutador não lembra de assassinato em hotel em Campo Grande

por Redacao
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O lutador Rafael Martinelli Queiroz, suspeito de matar o engenheiro Paulo Cesar Oliveira em um hotel de Campo Grande, não lembra do assassinato que aconteceu na noite de sábado , segundo o advogado Darguim Julião Junior. Ao G1, a defesa informou que o lutador está preso e ainda não foi ouvido pela polícia por não ter condições psicológicas.

Advogado diz que lutador não lembra de assassinato em hotel

Advogado diz que lutador não lembra de assassinato em hotel

“Ele fala coisas desconexas e não se lembra do que aconteceu. Se apega mais a pertences. Na data de hoje, já começou a recordar algumas situações como, por exemplo, o hotel onde estava hospedado, mas não entramos nos detalhes do crime para preservar a saúde mental dele neste momento”, explicou.
O lutador, 27 anos, que é de Valparaíso (SP), estava em Campo Grande onde participaria, na noite de sábado, de um campeonato de jiu-jítsu na categoria faixa preta acima de 90 quilos, mas não chegou a competir.
O crime aconteceu em um hotel na avenida Afonso Pena, no bairro Amambaí, depois de uma discussão entre Rafael e a namorada de 24 anos. Segundo a Polícia Civil, o engenheiro era vizinho de quarto, não conhecia o casal e estava na capital de Mato Grosso do Sul a trabalho.
Ainda segundo a polícia, o hóspede foi morto “de graça” pelo lutador, que entrou no apartamento da vítima a procura da namorada, que tinha fugido do quarto do casal depois de ser agredida. A defesa diz que o comportamento agressivo do lutador surpreendeu a família e amigos dele.
Conforme Junior, a família informou que Rafael tomava remédios antidepressivos há cerca de um ano e meio e, recentemente, também começou a tomar remédio para emagrecer. Um exame toxicológico será pedido pela defesa para apurar se os medicamentos podem ter influenciado na atitude do lutador. Carla, que está grávida de dois meses, disse que Rafael já apresentava comportamento alterado horas antes do crime.
Em entrevista à TV Morena, ela afirmou que o lutador estava alucinado, agitado e estranho. Ainda conforme a defesa, Carla também disse que no dia do crime o lutador conversava sozinho, estava descompensado e instável emocionalmente.

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