Com a adequação, o Hospital deixará de atender a demanda espontânea de casos que não sejam considerados de urgência e emergência, por meio da classificação que os avaliam como pacientes fichas azuis e verdes. Esses pacientes deverão se dirigir aos CRSs (Centros Regionais de Saúde) do Coophavila ou Aero Rancho, unidades que são próximas ao Hospital Regional.
De acordo com Alexandre Frizzo, diretor clínico do Regional, um assistente social vai atuar no Pronto Atendimento do Regional para informar e encaminhar os pacientes que dispensam atendimento emergencial até o centro regional de saúde mais próximo de sua residência. “Com essa nova estratégia, estaremos otimizando o fluxo de pacientes e assim, disponibilizando maior número de vagas para casos graves e amenizando o grande problema de falta de leitos na Capital”, observa
Para o secretário Jamal Salem, a falta de vagas hospitalares é um problema que se arrasta há anos em Campo Grande e nas demais capitais brasileiras. “Estamos empenhados na solução desse entrave o quanto antes, seja com medidas paliativas ou efetivas. Uma das saídas seria a conclusão do Hospital do Trauma, visto que boa parte dos pacientes que ocupam vagas hospitalares são da ortopedia”, explica o secretário.
Outras nove vagas para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) também estão previstas. Essa adequação está programada para os próximos meses, visto que a estrutura física e de profissionais que o espaço exige é mais amplo.

