Conforme o ofício nº GRPP 1655/14, assinado pelo Supervisor de Poder Público da Enersul, Valter José Bortoleto , “não foram assinados acordos de parcelamentos”, com a Prefeitura de Miranda.
No mesmo documento, Bortoleto informa ainda que no período do mandato da ex-prefeita, não foram pagos os débitos com a Enersul e que, portanto, a dívida da Prefeitura, no período, chega a R$ 1.176.293,8 (um milhão, cento e setenta e seis mil, duzentos e noventa e três reais e oitenta centavos). Este valor consta na planilha, subtraindo-se apenas o mês de setembro, que é da responsabilidade de Juliana Almeida (PT).
Segundo informou o supervisor da Enersul, a empresa entrou em contato com a ex-prefeita para tentar negociar a dívida e chegaram mesmo a fazer propostas, que não foram levadas a sério e que não foram concretizadas, não havendo portanto, nenhuma negociação assinada entre Enersul e a Prefeitura de Miranda durante o mandato da ex-prefeita.
Inicialmente, como foi divulgado a administração de Juliana havia encontrado, no prédio da Prefeitura, apenas algumas faturas vencidas de energia que somavam R$ 121 mil. Conforme foi informado anteriormente . Agora, novos dados consolidados apontam que a dívida em atraso com a Enersul, no mandato da ex-prefeita supera a casa de um milhão de reais, conforme o documento anexo a esta matéria.
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