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Orla da Praia do Farol da Barra, em Salvador, ganha nova arquitetura

por Redacao
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O primeiro dos nove trechos da orla de Salvador que passam por requalificação foi inaugurado no início da noite desta sexta-feira (22). Em obra desde outubro de 2013, a orla da Praia do Farol da Barra, um dos principais cartões postais da Bahia, mudou de cara e agora é um espaço voltado para o pedestre.

A proposta, segundo a gestão municipal, é tentar devolver o charme que a região litorânea vinha perdendo com o tempo e a falta de investimentos na área.

Nova orla da Barra em Salvador. Crédito: Foto: Marília Banholzer/NE10

Nova orla da Barra em Salvador. Crédito: Foto: Marília Banholzer/NE10

“A finalização do projeto físico desse trecho é apenas o começo de um projeto muito maior. Salvador passou muito tempo sem intervenções; agora a nossa proposta é transformar toda a orla e devolver para as pessoas um espaço de contemplação, de entretenimento”, avaliou o secretário de Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani.

Segundo o gestor, a obra, orçada em cerca de R$ 60 milhões, deverá beneficiar, diretamente, mais de 100 mil pessoas, entre moradores e comerciantes da área. O secretário destacou que os demais oito pontos da orla soteropolitana seguem em obras. No entanto, ao ser questionado sobre a previsão para conclusão de todo projeto,  Bellintani preferiu dizer que esse é o tipo de obra que “nunca acaba”, uma vez que necessita de mudanças e aperfeiçoamentos frequentes.

O primeiro dos nove trechos da orla de Salvador que passam por requalificação foi inaugurado no início da noite desta sexta-feira (22). Em obra desde outubro de 2013, a orla da Praia do Farol da Barra, um dos principais cartões postais da Bahia, mudou de cara e agora é um espaço voltado para o pedestre. A proposta, segundo a gestão municipal, é tentar devolver o charme que a região litorânea vinha perdendo com o tempo e a falta de investimentos na área.

“A finalização do projeto físico desse trecho é apenas o começo de um projeto muito maior. Salvador passou muito tempo sem intervenções; agora a nossa proposta é transformar toda a orla e devolver para as pessoas um espaço de contemplação, de entretenimento”, avaliou o secretário de Turismo e Cultura de Salvador, Guilherme Bellintani.

Segundo o gestor, a obra, orçada em cerca de R$ 60 milhões, deverá beneficiar, diretamente, mais de 100 mil pessoas, entre moradores e comerciantes da área. O secretário destacou que os demais oito pontos da orla soteropolitana seguem em obras. No entanto, ao ser questionado sobre a previsão para conclusão de todo projeto,  Bellintani preferiu dizer que esse é o tipo de obra que “nunca acaba”, uma vez que necessita de mudanças e aperfeiçoamentos frequentes.

Em meio à realização da obra, os engenheiro identificaram a necessidade de substituir a rede de água e esgoto da área, instalada há mais de 50 anos. Ao todo, foram 50 mil metros quadrados de intervenções de infraestrutura no bairro, remodelando 3 km de via compartilhada e reformando acessos à praia através de escadarias e rampas, além da implantação da iluminação de LED e caminhos com acessibilidade.

Todas essas novidades na região fizeram com que a obra ganhasse um significado de renascimento do bairro. Na placa de inauguração desse novo trecho da orla, por exemplo, a Prefeitura de Salvador gravou a seguinte frase: Salvador nasceu na Barra. Agora uma nova Barra nasce para Salvador.

Orgulhoso com os resultados, o arquiteto responsável pelo projeto, o baiano Sidney Quintela, disse que a grande busca era devolver o charme ao local e garantir que os turistas pudessem visitar o espaço. O desafio do profissional, porém, é garantir que o mesmo padrão seja utilizado nos demais pontos da orla de Salvador. “Tudo que foi feito aqui será feito nas praias do subúrbio; não vai ter diferença para ninguém”.

RESSALVAS – Para garantir que a requalificação mude o cenário de desorganização e degradação, a Prefeitura precisou tomar ações enérgicas. Ambulantes foram retirados das areias e calçadas, imóveis abandonados estão sendo desapropriados e comerciantes tendo que se adequar ao novo modelo urbanístico. Com isso, comerciantes e ambulantes, que preferiram não se identificar temendo perseguição, avaliaram que as obras causaram prejuízos, uma vez que a fiscalização tem sido implacável.

“A obra é boa, melhor ainda se chegar ao subúrbio, mas a gente que trabalha aqui não está podendo mais ficar. Estão ameaçando até apreender nossas mercadorias”, reclamou uma ambulante que há 23 anos vende cerveja na Praia da Barra. Um segundo comerciante alegou, no entanto, que a proibição do tráfego de veículos irá prejudicar o movimento do seu negócio. Apesar das queixas, ambos confirmam que as intervenções fizeram bem à paisagem local.

uol

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