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Dilma Rousseff, presidente e candidata à reeleição, protocolou o texto de seu programa de governo no Tribunal Superior Eleitoral e já deixou a comunidade gay descontente.
Na página 20 do documento, que trata da questão dos direitos humanos, aparece a expressão “opção sexual” ao se referir a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
A expressão que deveria ser usada era “orientação sexual”. De acordo com o movimento LGBT, falar “opção” implica a possibilidade de alguém escolher ser homossexual ou não, e é usado frequentemente por fundamentalistas religiosos.
