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A criação do Bope (Batalhão de Operações Especiais), elevação das Cigcoe (Companhias Independentes de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) de Mato Grosso do Sul, deve aumentar em 248 o número de efetivo de policiais, segundo o subcomandante da Cigcoe, major Wagner Ferreira da Silva.
Decreto normativo publicado na edição desta segunda-feira, do DOE (Diário Oficial do Estado) cria três novos batalhões de Polícia Militar em Mato Grosso do Sul.
Dois deles foram criados a partir das CIPTran (Companhias Independentes de Polícia Militar de Trânsito), transformada em BPTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) e a Cigcoe, que foi transformada em Bope.
O terceiro batalhão surge como BPChq (Batalhão de Polícia de Choque). Com a publicação do decreto, a PM passa a contar com 19 batalhões no estado.
Ainda conforme a publicação, o major Marcos Paulo Gimenez, antes comandante da Cigcoe, assumirá o comando do BPChq, enquanto o tenente-coronel Luis Antonio Sá Braga exercerá a função de comandante do Bope.
Mudança positiva
Ferreira explicou que atualmente a Cigcoe é formada por 136 policiais e que o projeto de mudança de companhia é um avanço. A previsão é que o Bope passe a contar com 384 policiais militares.
Ele explicou que a Cigcoe desempenhava duas atividades distintas: o controle de subcivis, popularmente chamado de choque, e as operações especiais. Com a criação das duas unidades de Choque e do Bope, a qualidade do serviço policial será maior, informa.
“São atividades muito específicas que eram feitas pela mesma unidade (Cigcoe). Agora vamos poder trabalhar qualitativamente e quantitativamente, porque terá aumento de efetivo nas duas funções”, afirmou.
Além disso, as fardas dos policiais também passarão por mudanças. A princípio, segundo o major, a sede do Bope e do BPChoq deve continuar a mesma da Cigcoe, nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande.
g1

