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Lideranças da Força Sindical do Centro-Oeste se unem para ter mais força

por Redacao
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Lideranças da Força Sindical da região Centro-Oeste se reuniram em Campo Grande para estabelecer um pacto de lutar juntas por objetivos comuns aos trabalhadores, inclusive junto a parlamentares no Congresso Nacional. Buscam também a elaboração de um documento comum para apresentar e defender no 7º Congresso Nacional da Força Sindical, que será realizado de 24 a 26 de julho em Praia Grande/SP, com o tema: “Garantir conquistas, mais empregos, direitos e cidadania”.

Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul, recebeu nesta manhã o presidente da central em Mato Grosso, Manoel de Souza; do Tocantins, Carlos Augusto Melo de Oliveira e a vice-presidente da Força Sindical de Brasília, Maria Antônia R. Magalhães. O presidente da central de Goiás não pode comparecer ao encontro, mas está solidário à união de forças das entidades da região Centro-Oeste brasileira.

Presentes também ao encontro o representante da Força Sindical nacional, Elson Venâncio dos Santos e o secretário da central em Mato Grosso do Sul, o sindicalista Adauto Cândido de Almeida.

“Vamos elaborar um documento para ser apresentado no congresso nacional da força em julho. Além disso, vamos também nos unir para lutar por objetivos comuns aos trabalhadores”, afirmou Idelmar da Mota Lima. Segundo ele, os sindicalistas pretendem estabelecer um cronograma de trabalho junto aos parlamentares (deputados e senadores) que representam os estados da região Centro-Oeste no Congresso Nacional. “Vamos reforçar nosso lobby para conseguir votos para as matérias de interesse dos trabalhadores brasileiros”, explicou o sindicalista que preside a Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de MS – Fetracom e o Sindicato dos Comerciários de Campo Grande.

PAUTA DO 7º CONGRESSO – A Força Sindical nacional estabeleceu a seguinte para o congresso que vai realizar de 24 a 26 julho em Praia Grande/SP:

I – Discutir e deliberar sobre a agenda programática da Central e a ação sindical para os próximos 4 (quatro) anos, com destaque:

I.1 – Às políticas de incentivo ao crescimento da economia e ao desenvolvimento do País, com justiça social, distribuição de renda, igualdade de oportunidades, geração e manutenção de empregos, participação social e democracia;

I.2 – À reforma da legislação trabalhista e da organização sindical orientada à ampliação dos patamares de direitos econômicos, sociais e sindicais dos trabalhadores; a centralidade do papel dos sindicatos na promoção dos direitos fundamentais dos trabalhadores e da “Agenda do Trabalho Decente”;

I.3 – À política internacional da Força Sindical, a defesa dos direitos fundamentais do trabalho numa  conjuntura marcada pela mundialização do capital, o papel do movimento sindical nos organismos internacionais, os processos de integração regional e global, o desenvolvimento de projetos de cooperação internacional e a solidariedade dos trabalhadores.

II – Discutir e deliberar sobre as iniciativas orientadas ao fortalecimento da Força Sindical e ao avanço da organização dos trabalhadores urbanos e rurais, inclusive dos aposentados, nos marcos do movimento sindical democrático, de diálogo e de lutas;

III – Discutir e deliberar sobre a proposta de novo Estatuto da Força Sindical;

IV – Eleger e dar posse à Direção Nacional e ao Conselho Fiscal da Força Sindical e respectivos suplentes

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