Apesar da interdição do trecho da Estrada Parque entre o Buraco das Piranhas e o Passo do Lontra, existem três alternativas para quem precisa de acesso a fazendas e pousadas existentes na região. Hoje a Agesul informou que ainda não há previsão de término do conserto da ponte de madeira que quebrou, mas afirma que os reparos estão sendo feitos para que a liberação aconteça o mais breve possível.

Agesul informou que ainda não há previsão de término do conserto
Para quem vem pela BR-262 no sentido Campo Grande – Corumbá, o primeiro acesso é pelo Distrito de Albuquerque, cuja entrada fica 12 km depois da ponte sobre o rio Paraguai no Porto Morrinho. Mais à frente uns 10 km o acesso é por Antônio Maria Coelho. Os dois caminhos vão levar à MS-228 e ao Porto da Manga onde é possível atravessar o rio Paraguai de Balsa e chegar ao Passo do Lontra ou mesmo à ponte interditada.
Quem sai de Corumbá pode entrar pelo acesso à MS-228 pelo Lampião Aceso e também chegar ao Porto da Manga. Depois de atravessar de balsa para a margem esquerda do rio Paraguai entra-se no segundo trecho da Estrada Parque que é a MS-184. A interdição deixa isolado um trecho de cerca de 18 quilômetros que dá acesso ao asfalto da BR-262.
A Estrada Parque, que tem 120 km e 72 pontes de madeira, tem suma importância para dois dos maiores braços da economia da região, o turismo e a pecuária. A Nhecolândia que tem acesso pela Curava do Leque, detém uma das maiores concentrações do rebanho bovino pantaneiro. Já o turismo se fortalece com passeios para visualização de animais silvestres e com as pousadas existentes ao longo da estrada.
