O Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, presídio de regime semiaberto da Capital, implantou a utilização de uma carteira de identificação para os internos que saem diariamente para o trabalho. No documento, constam o nome e foto do detento, o número de seu RGI (Registro Geral de Interno), filiação e empresa que trabalha.
A carteira de identificação também possui um código de barras no qual estão lançados os dados. Com a utilização de um leitor de barras, instalado na recepção do presídio, todo o controle de entrada e saída para o serviço é feito de maneira informatizada.
De acordo com o diretor do presídio, Tarley Cândido Barbosa, essa medida traz maior transparência e agiliza esse processo de saída e retorno. “Antes esse registro levava até 20 minutos nos horários de maior movimento. Agora, em cinco minutos todos os registros estão feitos”, informa.
Outro benefício, conforme o diretor, é que o sistema informatizado facilita a geração de relatórios, beneficiando o processo de procura de dados. De maneira rápida e segura, é possível buscar informações coletivas e individuais quanto a atrasos, faltas etc.
Dourados e Ponta Porã
Já em Ponta Porã, a unidade prisional masculina de regimes semiaberto e aberto utiliza, há cerca de dois anos, um ponto digital com leitor biométrico na portaria do presídio para registrar as saídas e retornos. Os internos colocam a digital no leitor e é feito o registro. “No final do dia é gerado um relatório com as informações”, esclarece o dirigente do estabelecimento penal, José Hilton Lacerda. Aproximadamente 150 reeducandos trabalham fora.
O diretor destaca que na carteira de identificação constam informações como local de trabalho dos internos, horário em que podem estar fora do presídio, entre outros. “Fazemos a renovação desse documento a cada três meses”, enfatiza.
O Estabelecimento Penal Masculino de Regimes Semiaberto e Aberto de Dourados também possui uma carteira de identificação para os quase 200 reeducandos que saem diariamente para o trabalho extramuros. No entanto, sem possuir código de barras, esse documento tem como foco as abordagens policiais na rua, explica o diretor do estabelecimento prisional, Dirceu de Jesus Arruda Coelho.
No documento consta, ainda, o número de telefone do presídio para informações. No caso de abordagens de policiais, esses podem verificar se o detento está fora do percurso ou horário de trabalho.
Atualmente, estão custodiados no presídio da Gameleira 690 reeducandos, destes, 489 trabalham dentro ou fora do presídio. Diariamente, segundo a direção, saem para trabalhar em empresas privadas e instituições públicas cerca de 225 detentos.
O Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, presídio de regime semiaberto da Capital, implantou a utilização de uma carteira de identificação para os internos que saem diariamente para o trabalho. No documento, constam o nome e foto do detento, o número de seu RGI (Registro Geral de Interno), filiação e empresa que trabalha.
A carteira de identificação também possui um código de barras no qual estão lançados os dados. Com a utilização de um leitor de barras, instalado na recepção do presídio, todo o controle de entrada e saída para o serviço é feito de maneira informatizada.
De acordo com o diretor do presídio, Tarley Cândido Barbosa, essa medida traz maior transparência e agiliza esse processo de saída e retorno. “Antes esse registro levava até 20 minutos nos horários de maior movimento. Agora, em cinco minutos todos os registros estão feitos”, informa.
Outro benefício, conforme o diretor, é que o sistema informatizado facilita a geração de relatórios, beneficiando o processo de procura de dados. De maneira rápida e segura, é possível buscar informações coletivas e individuais quanto a atrasos, faltas etc.

