Elize Matsunaga, que é assassina confessa do diretor-executivo da Yoki, Marcos Matsunaga, pagou R$ 7 mil à um detetive particular para que ele investigasse o empresário. Na terça-feira, o juiz Adilson Simoni aceitou a denúncia do Ministério Público e converteu a prisão temporária de Elize Matsunaga em preventiva, para que ela fique presa até um possível julgamento. O detetive, que não teve sua identidade revelada, divulgou filmagens que mostram Marcos trocando carícias e beijando uma mulher na porta de um restaurante.
Para a Promotoria, a ré premeditou a morte de Marcos por ciúmes, para se vingar da traição e para ficar com R$ 600 mil do seguro de vida do empresário, onde ela era beneficiária. Na manhã desta quarta, o promotor José Carlos Cosenzo declarou:
“Elize pagou R$ 7 mil para o detetive filmar a traição do marido”.
A defesa de Elize afirmou que vai entrar com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo contra o decreto da prisão preventiva. Para a advogada de Elize, Flávia Leardini, não há motivos para que sua cliente continue presa, já que, Elize colaborou com a polícia e não atrapalhou em momento algum a investigação. Por enquanto, não foi dado entrada no habeas corpus no Tribunal de Justiça.

