Com isso, o indicador atinge o menor nível desde agosto de 2009, segundo os dados divulgados ontem pela FGV (Fundação Getulio Vargas).
O ISA (Índice da Situação Atual) caiu 0,9%, para 102,0 pontos, ao menor patamar desde agosto de 2009. Já o IE (Índice de Expectativa) avançou ligeiramente (0,2%), para 99,4 pontos, mantendo-se abaixo da linha divisória entre expectativas favoráveis e desfavoráveis.
Os resultados mostram que a atividade industrial continua na fase de desaceleração iniciada no segundo trimestre, ressaltam os analistas da FGV.
A proporção de empresas que consideram a situação dos negócios como boa diminuiu de 20,5% para 19,0%, enquanto a parcela das que a avaliam como fraca manteve-se em 9,5%.
Das 1.243 empresas consultadas, 34,2% preveem aumentar a produção nos três meses seguintes, enquanto 10,1% pretendem reduzi-la.
O nível de utilização da capacidade instalada recuou de 83,6% para 83,5% entre setembro e outubro, atingindo o menor nível desde novembro de 2009 (82,9%).
