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Apesar de indignado, o deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (PR) promete não ir à Justiça contra a decisão da Assembléia Legislativa que escolheu, por meio do voto secreto, a ex-senadora Marisa Serrano para o TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Marisa Serrano, que renunciou ao mandato de senadora, tomou posse ontem como conselheira da Corte Fiscal. . “Não sei se iria ganhar, não sei se iria perder”, declarou Arroyo em entrevista ao Portal Correio do Estado.
Arroyo disse ter consultado juristas no Estado de São Paulo e tinha afirmado que somente tomaria a decisão de tentar conquistar a cadeira no TCE caso “houvesse condições robustas” para isso. Ontem, ele afirmou que analisou detidamente toda a situação e desistiu de bater às portas da Justiça contra a nova conselheira.
O parlamentar pleiteava a vaga aberta com a morte da conselheira e ex-deputada Celina Jallad, em fevereiro deste ano. Arroyo registrou seu nome, assim como a senadora, para votação – no último dia 15 de julho – na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (a quem pertencia a cadeira); Ele obteve sete votos favoráveis, dois contrários e 15 foram em brancos.
Com isso, aqueles que eram favoráveis ao nome de Arroyo entenderam que ele tinha sido eleito por ter obtidos a maioria dos votos a favor.
O entendimento da presidência da Casa foi outro que colocou, então, o nome de Marisa Serrano que obteve 20 votos favoráveis, dois contrários e houve um branco.
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