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PMA autua dois por extração ilegal de aroeira e prende indígena com porte ilegal de arma

por Redacao
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A venda e a compra irregular de aroeira rendeu uma multa de R$ 50 mil para um proprietário rural e um assentado de Campo Grande. A multa foi aplicada ontem (7) pela Polícia Militar Ambiental (PMA) da Capital durante fiscalização em propriedades da região.

Os autuados responderão por crime ambiental

O proprietário rural foi autuado acusado de ter extraído e comercializado 324 lascas e 40 firmes (material para cerca) de aroeira. Um homem do assentamento Sucuri, localizado no quilômetro 11 da rodovia MS 040, em Campo Grande, é acusado de ter adquirido a madeira irregular. Cada um recebeu multa de R$ 25 mil. Os autuados responderão por crime ambiental e se condenados poderão pegar pena de um a dois anos de reclusão.

A portaria 83 N de 1991 do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) proíbe o corte da aroeira e outras espécies de madeiras nobres sem plano de manejo. O plano precisa ser aprovado pelos órgãos ambientais; inclusive em desmatamentos autorizados essas espécies não podem ser cortadas.

Rio Brilhante

Em fiscalização pelo município de Rio Brilhante, próximo a ponte de madeira localizada estrada que liga Piraporã a Rio Brilhante, policiais ambientais de Dourados abordaram na tarde de ontem (7) uma moto conduzida por um indígena morador da aldeia Jaguapiru. Ao ser revistado pelos policiais foi encontrada uma arma de fogo tipo garrucha calibre 28 com três munições não deflagradas dentro da mochila que o indígena transportava. O homem afirmou aos policiais que não possui porte de arma.

A PMA deu voz de prisão ao indígena que foi encaminhado, juntamente com o armamento apreendido, para a Delegacia de Polícia Civil do município onde foi autuado em flagrante. Se condenado poderá pegar pena de dois a quatro anos de prisão.

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