Delegado diz que ainda desconhece o destino do bando que invadiu aeroporto de Aquidauana

Segundo informações do delegado Jackson Frederico Vale, da Primeira Delegacia de Polícia Civil de Aquidauana, a 141 km de Campo Grande, informou ao Correio do Estado que a corporação está investigando o destino do bando que invadiu o aeroporto.

“No momento vamos investigar o caso. Aconteceu nesta madrugada, então, precisamos ir atrás dos detalhes para fazer uma apuração minuciosa”, afirmou.

Ainda conforme o agente, os homens têm grande conhecimento aeronáutico – Foto: Divulgação

Os ladrões estão sendo investigados por roubo majorado, restrição de liberdade das vítimas e arma de fogo.

“As vítimas estão bem, sem lesões, mas psicologicamente abaladas”, relatou Vale.

“A Força Aérea Brasileira (FAB) já foi contatada para fazer o monitoramento aéreo”, continuou.

O caso

Na madrugada desta segunda-feira (6), cerca de 18 homens encapuzados invadiram o aeroporto de Aquidauana e roubaram três aviões no local. Segundo o boletim de ocorrência, os bandidos estavam fortemente armados.

Foram encontradas duas vítimas, das três, que estavam amarradas com lacres, em frente ao Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.

Conforme as vítimas, os 18 homens foram até suas residências e os renderam. Em seguida, conduziram eles até hangar, onde deixaram eles presos na grade de proteção do tanque de combustível.

Os assaltantes abasteceram os três aviões e levantaram voo.

Após a saída dos assaltantes, uma das vítimas conseguiu se soltar e foi em busca de socorro.

Foram levados um avião Bonanza Modelo V35B (matrícula PT-ING) e dois Cessna Modelo 182 (matrículas PT-KDI e PT-DST).

Conforme apurado pelo Correio do Estado na consulta de Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), um dos aviões é do pecuarista Zelito Ribeiro, irmão do prefeito de Aquidauana Odilon Ribeiro, o outro é da empresária Liliane Paschoaletto Trindade e o terceiro é do cantor Almir Sater.

No local, foram encontrados ferramentas utilizadas pelos ladrões. Ainda de acordo com as vítimas, os ladrões tinham sotaque espanhol, mas um era brasileiro. Com informações do Correio do Estado

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