Seminário sobre política econômica e social e plano de mobilidade urbana é realizado em Corumbá

Com a presença de representantes de várias cidades de Mato Grosso do Sul e também de estados com o Rio de Janeiro, Bahia e Pará, foi dado início na manhã desta quinta-feira, 20 de fevereiro, ao Seminário de Sensibilização para a Política e o Plano de Mobilidade Urbana.

Reunidos no Centro de Convenções do Pantanal, os participantes discutem a importância política, econômica e social do conhecimento e aplicação da Lei de Mobilidade em todo território nacional. Entre os tópicos discutidos, estão: Política Nacional de Mobilidade Urbana – Lei 12.587 2012, Desafios Políticos da Implementação da Lei 12.587 2012, Planos de Mobilidade Urbana, Controle Social e Política tarifária.

Evento está reunindo representantes de diversas cidades de Mato Grosso do Sul e de mais três estados

Evento está reunindo representantes de diversas cidades de Mato Grosso do Sul e de mais três estados

Durante a abertura, a primeira-dama do município de Corumbá e diretora-presidente da Fundação de Desenvolvimento Urbano e do Patrimônio Histórico (Fuhpan), Maria Clara Scardini, destacou  “É necessária que as políticas de transporte, ordenamento territorial e planejamento urbano estejam ligadas, é importante que, na realização dos planos diretores, a mobilidade seja considerada elementos fundamental nos processos de definição do uso do solo, pois cada vez mais a dinâmica das cidades distancia o lugar de trabalho, de estudo, afetando a vida cotidiano e fazendo com que esses espaços sejam vivenciados de formas diversas”, analisou.

Os pontos trazidos pela diretora-presidente foram reforçados no discurso do diretor de Cidadania e Inclusão Social do Ministério das Cidades, Marco Motta que frisou aos presentes a questão em debate como um trabalho de propósitos que ultrapassam as fronteiras governamentais.

“Muitas vezes, a gente vê as administrações trabalhando há curto prazo e a mobilidade não vamos resolver em curtísismo tempo, por isso temos que ver a questão de Estado e não de cada governo. Precisamos pensar num plano integrado a outras questões urbanas de modo amplo e não apenas como uma questão de política de um determinado governo”, criticou ao lembrar que a lei determina que os municípios elaborem seus planos até abril de 2015.

Segundo ele, o não cumprimento inviabiliza o município de receber parte do pacote de R$ 50 bilhões em recursos voltados especificamente para a questão da mobilidade.

O evento marcou também a posse do Conselho Municipal da Cidade de Corumbá, órgão colegiado de natureza deliberativa, consultiva e propositiva que tem por finalidade fiscalizar, assessorar, propor e aprovar diretrizes para o desenvolvimento urbano com participação social e integração das políticas fundiárias de planejamento territorial e de habitação, saneamento ambiental, transito, transporte e mobilidade urbana e rural e política de caráter ambiental. A composição do conselho foi publicada na edição do último dia 19 de fevereiro no Diário Oficial de Corumbá.

 

 

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