Movimento #Reage Miranda, pressiona e secretário de Planejamento pede demissão

Nas últimas semanas, um grupo de comerciantes, empresários, profissionais liberais e representantes de segmentos da comunidade mirandense, se mobilizaram no sentido de reivindicar algumas ações ao executivo municipal.

Dinho Vital ocupava a pasta do Planejamento em Miranda – Foto: Reprodução/Facebook

Dentre as quais, a revogação de Decreto municipal com restrições a abertura e funcionamento do comércio local, a nomeação de um titular para a pasta da Secretaria de Saúde e a demissão do secretário, Dinho Vital da pasta do Planejamento.

Assim que tomou posse como prefeito interino de Miranda, Fábio Florença (PDT), revogou o Decreto Municipal, nomeou  a enfermeira, Simone Florença Terra como secretária de Saúde.

Diante da pressão popular, Dinho Vital entregou nesta terça-feira pedido de “descompatibilização” do cargo.  Através do documento encaminhado ao prefeito interino, Fábio Florença, Dinho Vital ressalta que o cargo que ocupou, até aqui “é escolha pessoal do prefeito”. Portanto, como Florença está interinamente ocupando o cargo de prefeito da cidade, cabe a ele a escolha do secretário para ocupar a pasta, uma vez que o prefeito Edson Moraes (PSDB) se encontra em tratamento contra a covid em Campo Grande.

Pressão popular

No entanto, nos bastidores da política local é forte os comentários de que Vital, tenha pedido “descompatibilização” do cargo porque sua permanência ficou insustentável. Diante da mobilização que se estendeu até as redes sociais com #ForaForasteiros.

Movimento denominado “Reage Miranda” fazendo manifestação em frente a prefeitura municipal – Foto: Reprodução/Facebook

Líderes do Movimento denominado “Reage Miranda”, diante da notícia da exoneração de Dinho Vital, disseram que vão continuar atentos e fiscalizando a aplicação dos recursos no município.

“O prefeito interino, Fábio Florença tem demonstrado seriedade e está, até aqui mantendo os compromissos que fez com representantes do movimento. Nossas reivindicações não param aqui. Muitos avanços já conquistamos. Quando o povo se mobiliza, a história pode ser outra, e será com certeza”, disseram.

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