Bancada feminina cresce no Legislativo Mirandense

Com onze cadeiras no legislativo mirandense, cresceu na eleição do último dia 15 de novembro o número de mulheres que conquistaram o voto dos eleitores da cidade.

Elange Ribeiro do PSD foi reeleita com 521  votos, ela e Elaine Brito do PSD que assumiu a vaga com  a morte do vereador Waldeci Primo são as duas representante mulheres da atual legislatura. Elaine Brito não conseguiu a reeleição.

Em rede social Elange Ribeiro fez questão de agradecer aos eleitores que a reconduziram ao cargo. Com ações voltadas as demandas sociais, culturais e também do turismo, ela reafirmou seu compromisso em continuar desenvolvendo ações que visem o crescimento social, econômico e cultural de Miranda. Agradeceu o apoio do prefeito reeleito Edson Moraes (PSDB) e reafirmou que seu mandato estará sempre a disposição de toda comunidade mirandense.

Elange Ribeiro, Lenis de Matos, Dayalen Rôas e Sibeli Faustino – Foto: Reprodução/Facebook

Lenis Gonçalves de Matos também do PSD tem vasta experiência no legislativo mirandense. Já foi vereadora por mais de quatro mandatos, e presidente da Câmara. Lenis conquistou 575 votos. Professora aposentada, Lenis de Matos é reconhecida como combativa e profunda conhecedora do Regimento Interno da Câmara Municipal. Ela foi eleita com 575 votos e retorna ao legislativo mirandense depois de ficar afastada por duas eleições municipais.

Dayalen Roas Pereira, (PSDB) será a vereadora mais jovem da legislatura de 2021 ela recebeu 521 votos. Com 30 anos, Dayalen é filha de Kátia Roas e Henrique Pereira, eles também já foram vereadores no município de Miranda. Apesar de estar estreando na política, Dayalen Roas diz estar preparada para enfrentar os desafios que o cargo que impõe. Através de rede social, também fez questão de agradecer os votos recebidos, agradeceu o prefeito Edson Moraes do PSDB e, reafirmou que não medirá esforços para honrar a confiança dos eleitores.

Sibeli Faustino, indígena da etnia terena, eleita com 350  votos foi eleita pelo PTB. Segundo ela o partido foi escolhido por conta da possibilidade de eleger um representante indígena.´

”Ser a primeira mulher indígena eleita para ocupar uma vaga na Câmara Municipal de Miranda  é de grande responsabilidade. Depois de mais de dois séculos, as mulheres estão mostrando que podem e devem ocupar os espaços. Pra mim é uma honra ser a primeira mulher indígena a ser eleita em Miranda. Eu acredito que podemos avançar ainda mais. Acredito no trabalho desenvolvido pelo prefeito Edson Moraes , que muito tem feito pelas comunidades indígenas e pela cidade de forma geral. Agora é trabalhar e mostrar que nossa luta não foi e não será em vão”, enfatizou Sibeli que é professora do município.

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