PM morto na Capital já tinha sido preso, ele foi assassinado com arma capaz de perfurar uma parede

O chefe de segurança da Assembleia Legislativa, Ilson Martins de Figueiredo, de 62 anos, morto a tiros nesta segunda-feira (11), tinha pelo menos uma passagem pela polícia, é o que apontam as investigações preliminares.

Carro em que estava a vítima ficou com marcas de tiros; polícia no local em MS (Foto: Fabiano Arruda/ TV Morena)

Segundo a polícia, ele foi preso no Paraguai em 2008 por uso de armas restritas. Na ocasião, o PM estava acompanhado de um policial civil e uma pessoa foragida da justiça brasileira. Ilson foi assassinado nesta segunda com armas “pesadas”, a perícia encontrou no local do crime mais de 30 capsulas de grosso calibre, uma delas é de fuzil 556, arma que tem capacidade de perfurar uma parede com facilidade, e que é 6 vezes mais potente que um revólver.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Márcio Obara, o crime tem caracteristicas de facção criminosa, ele afirmou ainda que pelo menos 4 pessoas estão envolvidas.

Entenda o caso

O PM seguia pela avenida Guaicurus, Jardim Itamaracá, quando foi perseguido. Ao ser atingido por tiros, ele perdeu o controle da direção, derrubou uma placa de sinalização, parte de um muro e parou.

Conforme o relato das testemunhas à polícia, quando o carro da vítima parou, suspeitos desceram do automóvel onde estavam, foram até o homem e deram mais tiros. O corpo do homem ficou no carro. Na porta do veículo ficaram marcas de tiros e no asfalto projéteis. Assista o vídeo.

Chefe de segurança da Assembleia

O homem executado a tiros de grosso calibre, na manhã desta desta segunda era chefe de segurança da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Ilson Martins de Figueiredo tinha 62 anos. Segundo a assessoria da Assembleia, o presidente da casa, deputado Junior Mochi, está em agenda externa e lamentou a morte da vítima. Com informações do G1

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